Como melhorar a saúde financeira dos funcionários: estratégias práticas para empresas

Quanta Previdência • 13 de agosto de 2024
Uma equipe motivada e com saúde financeira consegue contribuir muito mais para sua emrpesa

Quando problemas que afetam a saúde financeira dos funcionários, a produtividade tende a cair, aumentando as faltas e a rotatividade. Neste artigo, vamos abordar a relevância da saúde financeira dos colaboradores e apresentar ferramentas que podem ajudar a melhorar essa situação.

A saúde financeira dos funcionários

Os problemas financeiros são uma fonte significativa de estresse para muitos funcionários, afetando negativamente sua concentração e motivação no trabalho. Isso leva a uma diminuição da produtividade e a um aumento nos custos operacionais para as empresas.

Uma pesquisa da PwC de 2019 revelou que 59% dos trabalhadores apontam questões financeiras como a principal causa de estresse. Esse problema resulta em perda de foco, aumento da improdutividade e problemas de saúde, o que prejudica ainda mais o desempenho no trabalho. Portanto, é essencial que as empresas compreendam e abordem essa questão, pois ela impacta diretamente na felicidade e tranquilidade dos colaboradores. Além disso, um ambiente mais acolhedor e engajador contribui para uma melhor performance e busca de resultados.

Estatísticas sobre a saúde financeira dos funcionários

Dados mostram que funcionários com problemas financeiros perdem cerca de 3,4 horas produtivas por semana pensando em suas finanças, têm quase cinco vezes mais chances de apresentar baixa performance e são quase seis vezes mais propensos a não completar suas tarefas diárias.

No Brasil, uma pesquisa da consultoria BlackRock apontou que 58% dos trabalhadores consideram o dinheiro a principal causa de estresse. Além disso, quase 40% da população adulta está endividada, evidenciando a necessidade de iniciativas de educação financeira por parte das empresas.

Impacto financeiro da má saúde financeira 

A má saúde financeira dos funcionários pode custar entre 11% e 14% dos salários das empresas, considerando a perda de produtividade e os custos extras de recrutamento e treinamento. Nos Estados Unidos, isso representa um prejuízo anual de US$500 bilhões. Empresas de médio porte, com cerca de 5 mil funcionários, podem gastar mais de US$2,7 milhões em custos associados ao estresse financeiro dos colaboradores.

ACQUA: promovendo a educação financeira in-company

A ACQUA, plataforma educacional gratuita criada pela Quanta Previdência em parceria com a Somma Investimentos, é uma excelente ferramenta para promover a educação financeira de longo prazo dentro das empresas. Com quase 20 anos de experiência no setor previdenciário, a Quanta desenvolveu a ACQUA para oferecer cursos práticos e abrangentes focados nos quatro capitais sociais para uma vida plena: saúde, social, intelectual e financeiro.

A plataforma é acessível para todas as gerações, oferecendo conteúdos em diversos formatos como vídeos, e-books, infográficos e videocasts. Além disso,  possui acesso livre, para qualquer pessoa, basta uma conexão com a internet para aproveitar os recursos educacionais gratuitos.

COOPREV: planejamento financeiro e retenção de talentos

O COOPREV, previdência corporativa oferecida pela Quanta Previdência, visa melhorar a saúde financeira dos funcionários e ajudar na retenção de talentos. Com contratação 100% digital, oferece vantagens significativas para os colaboradores, com benefícios diferenciados e flexibilidade. Os funcionários podem incluir familiares até o 3º grau no plano, e aproveitam uma série de vantagens como baixa taxa administrativa e dedução fiscal. Além disso, o plano proporciona proteção contra riscos e ajuda no planejamento sucessório.

Benefícios para colaboradores:

  • Inclusão de familiares até o 3º grau
  • Taxa administrativa baixa (0,48% ao ano)
  • Isenção de taxa de carregamento
  • Flexibilidade de escolha entre três perfis de investimento
  • Dedução fiscal no Imposto de Renda (até 12% da renda bruta anual)
  • Proteção imediata contra morte e invalidez
  • Planejamento sucessório

Já para as empresas, o COOPREV fortalece a marca e aumenta a competitividade do negócio ao oferecer um diferencial no mercado. Ele não implica custos adicionais além dos aportes voluntários e proporciona vantagens fiscais significativas. O plano também melhora o clima organizacional e ajuda a reter e atrair talentos.

Benefícios para empresas:

  • Fortalecimento da marca empregadora
  • Atração e retenção de talentos
  • Vantagens fiscais (dedução no Imposto de Renda Pessoa Jurídica)
  • Melhoria do clima organizacional
  • Contribuição da empresa não considerada salário, evitando encargos trabalhistas
  • Flexibilidade na personalização do plano

Invista na saúde financeira dos funcionários

Investir na saúde financeira dos funcionários é uma estratégia inteligente para o sucesso da empresa. Ferramentas como a ACQUA e o COOPREV oferecem soluções práticas e acessíveis para promover a educação financeira e garantir a tranquilidade e produtividade dos colaboradores. Com essas iniciativas, as empresas podem criar um ambiente de trabalho mais saudável, engajado e produtivo, beneficiando todos os envolvidos.

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Quando falamos de Previdência Instituída, falamos de uma das grandes inovações do sistema de previdência complementar fechado no Brasil. Ela permite levar previdência para públicos que, muitas vezes, não estão nos planos patrocinados tradicionais: profissionais liberais, empresários, associados, cooperados, colaboradores, famílias e comunidades organizadas. É uma resposta moderna para um desafio antigo: ampliar o acesso à proteção financeira de longo prazo. Mas há uma provocação importante: a Previdência Instituída não escala apenas porque é uma boa ideia . Ela escala quando essa boa ideia se transforma em uma operação viva, digital, eficiente, conectada e centrada no participante. E é aqui que entra a tecnologia. Não falo de tecnologia apenas como sistema administrativo, aplicativo, portal ou CRM. Tudo isso é importante, claro. Mas é só uma parte da história. Na Previdência Instituída, tecnologia precisa ser entendida como modelo de gestão . É processo digitalizado, dado bem tratado, automação de rotinas, inteligência artificial aplicada, integração com canais dos instituidores ou distribuidores. É também jornada do participante com oportunidades de autosserviço, atendimento em escala. E por fim, é especialmente letramento digital dos times. Na Quanta, aprendemos isso na prática. Nascemos e seguimos operando como uma EFPC: sem fins lucrativos, regulada pela PREVIC, com governança, conselhos, comitês, transparência e compromisso de longo prazo. Mas, ao longo da nossa trajetória, desenvolvemos capacidades que raramente coexistem em uma entidade tradicional. Hoje, operamos com cerca de 250 mil participantes , aproximadamente R$ 8,7 bilhões sob gestão , mais de 50 cooperativas conectadas , presença multissistema, cerca de 15 distribuidores , mais de 60 contratos de aporte de empregador, aproximadamente R$ 150 milhões por mês em cobrança processada e cerca de 20 mil atendimentos mensais . Esses números mostram algo simples: quando a Previdência Instituída ganha escala, ela deixa de ser uma operação artesanal. Passa a exigir arquitetura operacional, processos, dados, automação, canais, governança e cultura digital. A nossa tese está ancorada em três pilares: escala, experiência e eficiência . Escala, porque a Previdência Instituída precisa chegar a públicos pulverizados, em diferentes regiões, canais e níveis de maturidade financeira. O desafio não é apenas vender um plano. É transformar potencial em acesso, adesão e permanência. Isso exige padronizar jornadas, apoiar canais, automatizar adesão, processar cobranças, acompanhar portabilidades, medir conversão, segmentar públicos e sustentar milhares de interações. Experiência , porque previdência ainda parece, para muita gente, algo distante, técnico e “para depois”. Mas a vida financeira não espera a aposentadoria para acontecer. Ela acontece quando a pessoa casa, tem filhos, troca de carreira, empreende, cuida dos pais, planeja sucessão, enfrenta uma doença, perde renda ou decide viver mais livre. Por isso, a tecnologia precisa aproximar a previdência da vida real. A jornada começa com diagnóstico de objetivos e passa por recomendação, contribuição, proteção, revisão, portabilidade, educação financeira, perfis de investimento e opções de renda. É a mudança da lógica do “compre um plano” para “vamos organizar sua vida financeira, sua proteção e sua liberdade futura” . Eficiência, porque em uma EFPC eficiência não é apenas uma agenda administrativa. É uma agenda previdenciária. Quanto menor o custo e mais inteligente a operação, maior o valor líquido que pode permanecer com o participante. Na Quanta, nosso custo per capita é de aproximadamente R$ 252 , enquanto a média setorial indicada nos nossos estudos gira em torno de R$ 1.200 . Nossa taxa é próxima de 0,25% ao ano , enquanto produtos do mercado aberto podem chegar a patamares próximos de 1,50% ao ano . Em previdência, diferença de custo não é detalhe. No longo prazo, custo vira patrimônio — ou vira perda de oportunidade. Outro ponto importante: tecnologia também nos ajuda a enxergar o que ainda não capturamos. Muitas vezes, a maior oportunidade não está em buscar um mercado completamente novo, mas em ativar melhor a base que já confia na instituição. Nos nossos estudos, identificamos cerca de R$ 7,2 bilhões em potencial de portabilidade , aproximadamente R$ 686 milhões em potencial de proteção familiar e apenas 3% do potencial tributário capturado . Isso mostra que ainda há espaço relevante para revisão de contribuições, ampliação de proteção familiar, uso estratégico do benefício fiscal, adesão automática, ativação de famílias e jornadas para crianças e dependentes. Mas nada disso se captura com campanha genérica. Exige dado, segmentação, inteligência, automação, comunicação personalizada, integração com canais e acompanhamento contínuo. Olhando para frente, vejo dois caminhos. O primeiro é usar tecnologia para digitalizar o modelo atual: trocar papel por tela, atendimento físico por portal, campanha por disparo digital. Isso melhora. Mas não transforma. O segundo é redesenhar a previdência a partir da jornada do participante. Integrar previdência, proteção, educação financeira, longevidade, dados, IA, automação, canais e relacionamento. Esse é o caminho que transforma a proposta de valor. A Previdência Instituída tem uma oportunidade enorme no Brasil. Ela amplia acesso, conecta comunidades, entrega governança, regulação, custo eficiente e visão de longo prazo. Mas só cumpre todo o seu potencial quando opera com escala, experiência e eficiência. A Previdência Instituída é uma inovação do sistema. Mas ela só escala quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser modelo de gestão. — Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência | 25 anos em Previdência Complementar, Presidente do Lide Mulher e Diretora da Uniabrapp
Por Vanessa B 17 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa que as alterações do Regulamento do Plano Precaver foram aprovadas pela PREVIC , por meio da Portaria PREVIC nº 550, de 20 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2026 . A aprovação conclui o processo de alteração regulamentar anteriormente comunicado aos participantes e contempla os ajustes realizados no Regulamento do Plano Precaver. Com a conclusão dessa etapa, ficam formalizadas as alterações regulamentares aprovadas pelo órgão regulador. Para conhecimento e consulta, o Regulamento do Plano Precaver aprovado pela PREVIC está disponível em anexo a este comunicado . A Quanta Previdência reforça seu compromisso com a transparência, a segurança e a conformidade regulatória , mantendo os participantes informados sobre as atualizações relevantes do Plano. Confira o Regulamento aprovado.