Outubro Rosa: cuidar antes também é proteger quem você ama
Tem coisa que a gente sabe que precisa fazer, mas vai deixando para depois.
Uma consulta que precisa ser marcada. Um exame de rotina. Uma conversa importante. Uma decisão sobre o futuro que parece poder esperar mais um pouco.
O Outubro Rosa chega todos os anos justamente para nos lembrar da importância de olhar para a própria saúde e de não adiar o cuidado.
No Brasil, o movimento reforça as mensagens de prevenção e detecção precoce do câncer de mama e também amplia a conversa sobre a saúde da mulher e a prevenção do câncer do colo do útero.
Mais do que vestir uma cor ou usar um laço, é um convite para transformar informação em cuidado.
Informação também é uma forma de cuidado
O câncer de mama é um dos principais desafios para a saúde das mulheres brasileiras. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país deve registrar 78.610 novos casos da doença por ano entre 2026 e 2028. Em 2024, foram contabilizadas 20.849 mortes de mulheres em decorrência da doença.
Os números reforçam a importância da prevenção, da detecção precoce e do acesso aos serviços de saúde. Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde ampliou o acesso à mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo que mulheres entre 40 e 49 anos, mesmo sem sinais ou sintomas, também possam realizar o exame na rede pública. A medida foi reforçada pela Lei nº 15.284/2025, que assegura o acesso à mamografia a partir dos 40 anos.
Mas o cuidado também envolve hábitos e escolhas do dia a dia. Segundo a ginecologista e obstetra Dra. Elis Nogueira, o desenvolvimento da doença está relacionado a diferentes fatores.
“O câncer de mama não tem uma causa única. A doença é multifatorial e envolve fatores que não podemos modificar, como idade, características genéticas e história reprodutiva, mas também fatores relacionados ao estilo de vida”, explica.
Além dos hábitos saudáveis e dos exames, conhecer o próprio corpo e perceber possíveis alterações nas mamas também faz parte desse cuidado. O surgimento de nódulos, mudanças na pele ou no formato das mamas, retração do mamilo e saída espontânea de secreção são alguns sinais que merecem avaliação médica.
Mais do que conhecer as recomendações, é importante encontrar espaço na rotina para colocá-las em prática. Afinal, cuidar de si também significa reconhecer que a própria saúde merece atenção.
Quantas decisões importantes deixamos para depois?
A reflexão provocada pelo Outubro Rosa pode ir além do mês de outubro.
Existem cuidados que dependem de decisões que tomamos enquanto temos tempo e possibilidade de escolha. E isso também acontece quando pensamos na organização financeira e nas pessoas que dependem de nós.
Quem divide as despesas de uma casa, sustenta os filhos, contribui com os pais ou participa financeiramente dos projetos da família dificilmente ocupa apenas um lugar afetivo na vida dessas pessoas. Sua presença também faz parte da estrutura que mantém aquela rotina funcionando.
Ainda assim, é comum organizar o orçamento, pensar na aposentadoria e fazer planos para os próximos anos sem conversar sobre proteção.
Não porque o assunto não seja importante. Muitas vezes, simplesmente porque parece uma decisão que pode ficar para depois.
Uma experiência que mudou o olhar para o futuro
Para Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência, essa reflexão ganhou outro significado a partir de uma experiência pessoal.
É importante fazer uma distinção: a história da Denise não é sobre câncer de mama. Ela recebeu um diagnóstico de melanoma, um tipo de câncer diferente. Mas sua experiência conversa diretamente com uma das reflexões que o Outubro Rosa traz todos os anos: cuidar antes faz diferença.
Quando sua condição de saúde mudou, Denise já contava com uma proteção contratada. Depois do diagnóstico, percebeu que as condições para novas contratações poderiam ser diferentes, já que a aceitação depende das regras de cada produto e da análise de risco.
Ao olhar hoje para o futuro do filho e para a proteção que havia escolhido anteriormente, surgiu uma reflexão: se soubesse que suas possibilidades poderiam mudar, teria avaliado naquele momento a contratação de um capital maior.
Não como uma forma de prever o que aconteceria. Mas porque, naquele momento, ainda tinha outras possibilidades de escolha.
No vídeo da campanha “Quanto custa sua falta?”, Denise compartilha essa experiência e conta como ela transformou sua forma de olhar para o cuidado, a proteção e o futuro de quem ama.
Assista ao depoimento de Denise Maidanchen e conheça essa história.
Quanto custa sua falta?
Planejamento não é tentar antecipar tudo o que pode acontecer. Também não significa tomar decisões movidas pelo medo.
É olhar para aquilo que está ao nosso alcance hoje e fazer escolhas coerentes com a vida que queremos construir e com as pessoas que fazem parte dela.
Na saúde, isso significa manter o acompanhamento adequado e conversar com profissionais sobre prevenção e rastreamento. Na vida financeira, pode significar olhar para a proteção que você já possui e se perguntar se ela continua adequada à sua realidade.
A família cresceu? Sua renda mudou? Surgiram novas responsabilidades? Hoje outras pessoas dependem financeiramente de você?
Assim como outros aspectos do planejamento, a proteção também pode precisar ser revisitada ao longo da vida. No conteúdo “Quanto custa a sua falta? Entenda como a Proteção Familiar pode cuidar de quem você ama”, a Quanta propõe justamente essa reflexão: entender o impacto financeiro que uma ausência poderia representar para quem depende de você.
A Proteção Familiar da Quanta faz parte dessa conversa como uma possibilidade de complementar o planejamento financeiro, com coberturas para situações previstas no produto, como morte ou invalidez total e permanente.
Ela não é uma resposta a um diagnóstico de saúde, e as condições de contratação estão sujeitas às regras do produto e à análise de risco.
Por isso, o convite é olhar para o que você já construiu e avaliar, com tranquilidade, se essa proteção continua de acordo com as necessidades atuais das pessoas que dependem de você.
Não conseguimos prever todas as mudanças da vida. Mas podemos cuidar hoje daquilo que está ao nosso alcance, da nossa saúde, dos nossos planos e das pessoas que fazem parte deles.









