O que muda na economia em 2026? Tendências e cenários possíveis para se preparar

Gabriela FB • 8 de janeiro de 2026

2026 promete ser um ano daqueles… daqueles que a gente olha e pensa: “isso vai dar história”

Se 2025 já foi intenso, 2026 chega com aquele sorriso de quem vai bagunçar o jogo. Política, economia, tecnologia, remédios milagrosos e até Copa do Mundo. Não vai faltar assunto, nem impacto real na nossa vida. 


Vamos por partes, porque o mundo não vira de cabeça pra baixo de uma vez só. Ele gira… e a gente vai tentando se equilibrar. 


Gastos públicos em alta: por que o fiscal será o centro do debate econômico em 2026

O primeiro grande pano de fundo de 2026 é simples: os governos vão gastar mais. E quando governo gasta mais, alguém paga a conta - spoiler: geralmente somos nós


  • No Brasil, o motivo é clássico: ano eleitoral. Promessas, programas, discursos, obras, incentivos… tudo fica mais intenso quando a reeleição entra no radar. 


  • Nos Estados Unidos, o gasto vem do “novo mundo” de Donald Trump. Tarifas mais altas, comércio global mais fechado e muitos incentivos para proteger o mercado interno. América primeiro, o resto que se vire. 


  • Na Europa, o choque é outro: defesa. Depois de anos confiando que os EUA cuidariam da segurança, os europeus finalmente entenderam que precisam cuidar do próprio quintal (e isso custa caro). 


Resultado? Mais gasto público, mais pressão fiscal e mercados bem atentos. 


Enquanto os governos engordam, as pessoas recorrem a soluções para emagrecer

Aqui entra um dos fenômenos mais curiosos de 2026: a revolução dos remédios para emagrecer


Medicamentos como o Ozempic deixam de ser exclusividade. A quebra de patentes da semaglutida deve beneficiar países como Brasil, China e Índia, somada às versões em pílula, torna esse tipo de tratamento acessível para milhões de pessoas. Ou seja: 


  • menos barreira de preço 


  • mais gente usando 



  • impacto em saúde, consumo, indústria alimentícia… e até na moda 


Nunca um remédio mexeu com tanta coisa ao mesmo tempo. Em 2026, isso vira global de verdade. 


Inteligência Artificial: agora é pra valer (ou não) 

Depois de anos de euforia, promessas e valuations estratosféricos, 2026 será o ano da prova de fogo da Inteligência Artificial. A pergunta é direta:


  • Ela vai realmente aumentar a produtividade das empresas?


  • Ou estamos diante de uma bolha que pode estourar? 


Se a IA entregar ganhos reais, o setor de tecnologia se consolida de vez. Se não… Prepare-se para ajustes dolorosos, especialmente em ações e investimentos ligados ao tema. Chega de discurso bonito. Agora é entrega. 


O “Mundo de Trump” e o teste político nos EUA 

Com Donald Trump novamente na Casa Branca, o mundo continua orbitando suas decisões. Tarifas, isolamento comercial e tensão geopolítica seguem moldando a economia global. 


Mas o grande teste vem em novembro de 2026, com as eleições de meio de mandato (midterms). Elas funcionam como um “termômetro popular”: aprovação ou reprovação do governo. 



E como se não bastasse, tem mais um ingrediente explosivo… 


Troca no comando do FED: autonomia em xeque? 

Em maio de 2026, Jerome Powell se aposenta da presidência do Banco Central americano. Um dos gestores mais populares da história recente do FED deixa o cargo. A grande dúvida: Quem entra no lugar? 


Tudo indica que Trump tentará emplacar alguém alinhado às suas ideias. Se isso acontecer, o mercado vai se perguntar (com razão): o FED continua independente… ou vira extensão da Casa Branca? 


Essa dúvida sozinha já é suficiente para mexer com juros, dólar e bolsas no mundo inteiro. 


China: problema interno, oportunidade externa 

A China segue enfrentando desafios pesados: deflação, envelhecimento da população e crescimento mais lento. Mas, curiosamente, o mundo de “América Primeiro” pode abrir uma porta. 


Com os EUA mais fechados, a China tenta se vender como parceira alternativa para o Sul Global. Menos discurso ideológico, mais comércio, investimento e infraestrutura. Não é altruísmo. É estratégia. 


Brasil: eleição, incerteza e volatilidade 

Por aqui, 2026 deve ser sinônimo de instabilidade nos ativos de risco. As dúvidas estão todas na mesa: 


  • Quem será o candidato da direita? 


  • Será um nome só… ou vários buscando o espaço? 


  • Lula concorre à reeleição ou não? 


Enquanto essas perguntas não têm resposta, o mercado faz o que sabe fazer melhor: oscila


E claro… Copa do Mundo, porque ninguém é de ferro 

Como se tudo isso não bastasse, 2026 ainda tem Copa do Mundo. Pela primeira vez com três países-sede e um novo formato. 


Os holofotes? Inevitavelmente em Messi e Cristiano Ronaldo. Muito provavelmente, a última Copa de ambos. 

E no caso do português… Ainda tem a obsessão pelo milésimo gol da carreira


Economia global em ebulição, política pegando fogo… e o mundo parando pra discutir escalação. Porque, no fim das contas, é isso que nos mantém sãos. 


19 de agosto de 2026
Quando falamos de Previdência Instituída, falamos de uma das grandes inovações do sistema de previdência complementar fechado no Brasil. Ela permite levar previdência para públicos que, muitas vezes, não estão nos planos patrocinados tradicionais: profissionais liberais, empresários, associados, cooperados, colaboradores, famílias e comunidades organizadas. É uma resposta moderna para um desafio antigo: ampliar o acesso à proteção financeira de longo prazo. Mas há uma provocação importante: a Previdência Instituída não escala apenas porque é uma boa ideia . Ela escala quando essa boa ideia se transforma em uma operação viva, digital, eficiente, conectada e centrada no participante. E é aqui que entra a tecnologia. Não falo de tecnologia apenas como sistema administrativo, aplicativo, portal ou CRM. Tudo isso é importante, claro. Mas é só uma parte da história. Na Previdência Instituída, tecnologia precisa ser entendida como modelo de gestão . É processo digitalizado, dado bem tratado, automação de rotinas, inteligência artificial aplicada, integração com canais dos instituidores ou distribuidores. É também jornada do participante com oportunidades de autosserviço, atendimento em escala. E por fim, é especialmente letramento digital dos times. Na Quanta, aprendemos isso na prática. Nascemos e seguimos operando como uma EFPC: sem fins lucrativos, regulada pela PREVIC, com governança, conselhos, comitês, transparência e compromisso de longo prazo. Mas, ao longo da nossa trajetória, desenvolvemos capacidades que raramente coexistem em uma entidade tradicional. Hoje, operamos com cerca de 250 mil participantes , aproximadamente R$ 8,7 bilhões sob gestão , mais de 50 cooperativas conectadas , presença multissistema, cerca de 15 distribuidores , mais de 60 contratos de aporte de empregador, aproximadamente R$ 150 milhões por mês em cobrança processada e cerca de 20 mil atendimentos mensais . Esses números mostram algo simples: quando a Previdência Instituída ganha escala, ela deixa de ser uma operação artesanal. Passa a exigir arquitetura operacional, processos, dados, automação, canais, governança e cultura digital. A nossa tese está ancorada em três pilares: escala, experiência e eficiência . Escala, porque a Previdência Instituída precisa chegar a públicos pulverizados, em diferentes regiões, canais e níveis de maturidade financeira. O desafio não é apenas vender um plano. É transformar potencial em acesso, adesão e permanência. Isso exige padronizar jornadas, apoiar canais, automatizar adesão, processar cobranças, acompanhar portabilidades, medir conversão, segmentar públicos e sustentar milhares de interações. Experiência , porque previdência ainda parece, para muita gente, algo distante, técnico e “para depois”. Mas a vida financeira não espera a aposentadoria para acontecer. Ela acontece quando a pessoa casa, tem filhos, troca de carreira, empreende, cuida dos pais, planeja sucessão, enfrenta uma doença, perde renda ou decide viver mais livre. Por isso, a tecnologia precisa aproximar a previdência da vida real. A jornada começa com diagnóstico de objetivos e passa por recomendação, contribuição, proteção, revisão, portabilidade, educação financeira, perfis de investimento e opções de renda. É a mudança da lógica do “compre um plano” para “vamos organizar sua vida financeira, sua proteção e sua liberdade futura” . Eficiência, porque em uma EFPC eficiência não é apenas uma agenda administrativa. É uma agenda previdenciária. Quanto menor o custo e mais inteligente a operação, maior o valor líquido que pode permanecer com o participante. Na Quanta, nosso custo per capita é de aproximadamente R$ 252 , enquanto a média setorial indicada nos nossos estudos gira em torno de R$ 1.200 . Nossa taxa é próxima de 0,25% ao ano , enquanto produtos do mercado aberto podem chegar a patamares próximos de 1,50% ao ano . Em previdência, diferença de custo não é detalhe. No longo prazo, custo vira patrimônio — ou vira perda de oportunidade. Outro ponto importante: tecnologia também nos ajuda a enxergar o que ainda não capturamos. Muitas vezes, a maior oportunidade não está em buscar um mercado completamente novo, mas em ativar melhor a base que já confia na instituição. Nos nossos estudos, identificamos cerca de R$ 7,2 bilhões em potencial de portabilidade , aproximadamente R$ 686 milhões em potencial de proteção familiar e apenas 3% do potencial tributário capturado . Isso mostra que ainda há espaço relevante para revisão de contribuições, ampliação de proteção familiar, uso estratégico do benefício fiscal, adesão automática, ativação de famílias e jornadas para crianças e dependentes. Mas nada disso se captura com campanha genérica. Exige dado, segmentação, inteligência, automação, comunicação personalizada, integração com canais e acompanhamento contínuo. Olhando para frente, vejo dois caminhos. O primeiro é usar tecnologia para digitalizar o modelo atual: trocar papel por tela, atendimento físico por portal, campanha por disparo digital. Isso melhora. Mas não transforma. O segundo é redesenhar a previdência a partir da jornada do participante. Integrar previdência, proteção, educação financeira, longevidade, dados, IA, automação, canais e relacionamento. Esse é o caminho que transforma a proposta de valor. A Previdência Instituída tem uma oportunidade enorme no Brasil. Ela amplia acesso, conecta comunidades, entrega governança, regulação, custo eficiente e visão de longo prazo. Mas só cumpre todo o seu potencial quando opera com escala, experiência e eficiência. A Previdência Instituída é uma inovação do sistema. Mas ela só escala quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser modelo de gestão. — Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência | 25 anos em Previdência Complementar, Presidente do Lide Mulher e Diretora da Uniabrapp
Por Vanessa B 17 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa que as alterações do Regulamento do Plano Precaver foram aprovadas pela PREVIC , por meio da Portaria PREVIC nº 550, de 20 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2026 . A aprovação conclui o processo de alteração regulamentar anteriormente comunicado aos participantes e contempla os ajustes realizados no Regulamento do Plano Precaver. Com a conclusão dessa etapa, ficam formalizadas as alterações regulamentares aprovadas pelo órgão regulador. Para conhecimento e consulta, o Regulamento do Plano Precaver aprovado pela PREVIC está disponível em anexo a este comunicado . A Quanta Previdência reforça seu compromisso com a transparência, a segurança e a conformidade regulatória , mantendo os participantes informados sobre as atualizações relevantes do Plano. Confira o Regulamento aprovado.
Por Vanessa B 12 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa aos seus participantes e assistidos que a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou as alterações propostas ao Estatuto Social da Entidade, por meio da Portaria PREVIC/DILIC nº 557, de 21 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 27 de julho de 2026 . As alterações têm como objetivo fortalecer a estrutura de governança da Quanta Previdência, por meio da ampliação da composição da Diretoria Executiva, que passa a ser formada por três membros: Diretor Executivo, Diretor de Tecnologia e Operações e Diretor de Negócios e Mercado. A criação da nova diretoria reforça a estratégia de crescimento sustentável da Entidade, fortalece o relacionamento com instituidores e parceiros e amplia a capacidade de desenvolvimento de novos negócios, sempre observando as disposições legais, regulamentares e estatutárias. As alterações estatutárias não promovem qualquer alteração nas regras dos planos de benefícios , não impactam direitos, obrigações ou benefícios dos participantes e assistidos, nem modificam a administração dos recursos dos planos. O Estatuto Social atualizado encontra-se disponível para consulta na íntegra , integrando a documentação oficial da Entidade. Esta comunicação é realizada em atendimento à regulamentação aplicável às entidades fechadas de previdência complementar, tendo por objetivo dar ciência da aprovação das alterações estatutárias e da disponibilização do Estatuto Social atualizado. Caso necessite de quaisquer esclarecimentos ou tenha dúvidas, estamos à disposição por meio de nossos canais de atendimento.