Cooperativismo de Crédito e Previdência Complementar: Caminhos que convergem para o futuro

14 de julho de 2025

Entenda como as transformações estão criando novas oportunidades para o bem-estar financeiro dos Cooperados e o crescimento sustentável do Cooperativismo


A Aliança Cooperativa Internacional (ACI) estima que existam mais de 3 milhões de cooperativas no mundo, reunindo mais de 1 bilhão de cooperados em diferentes setores. Com a expansão do cooperativismo, algumas tendências despontam como fundamentais para o futuro do setor.


Tendências do Mercado


1. Personalização e inovação nos produtos


As cooperativas têm se destacado pela capacidade de personalizar soluções para os cooperados. Diferente dos grandes bancos, onde os produtos costumam ser mais generalizados, as cooperativas ajustam os produtos às necessidades individuais de cada cliente. Um exemplo de personalização e inovação é a Previdência Cooperativa, que já foi implementada por diversas cooperativas de crédito. Esse modelo contribuiu para a ampliação do portfólio de produtos dos Sistemas, que alcançou 17,3 milhões de associados em 2023, segundo o portal Cooperativismo de Crédito.


Esse crescimento não é um fenômeno isolado do Brasil. A importância do cooperativismo é reconhecida internacionalmente, tanto que a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas.


O interesse pela previdência privada tem se traduzido em números expressivos. De janeiro a outubro de 2024, os planos de previdência arrecadaram R$ 51,2 bilhões, um crescimento de 57,3% em relação ao mesmo período de 2023, conforme a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). 


Para Caio Lauth Gualberto, Diretor-Executivo da Unicred Coomarca e Coordenador do Comitê de Instituidores e Planos da Quanta Previdência, “as pessoas estão entendendo que a previdência complementar pode ser usada não só para aposentadoria, mas também para planejamento sucessório, economia tributária e proteção contra imprevistos”.


2. Sustentabilidade e impacto social do Cooperativismo


Com uma atuação voltada ao desenvolvimento comunitário, as cooperativas estão cada vez mais alinhadas a critérios ESG (Ambientais, Sociais e de Governança). Iniciativas como o financiamento de projetos sustentáveis e o compromisso de zerar emissões de carbono até 2050, por meio do Net Zero Banking Alliance da ONU, demonstram essa preocupação.


Silvana Parisotto Agostini, Diretora de Sustentabilidade e Supervisão da Unicred, compartilhou sua visão sobre a importância de integrar esses critérios à atuação corporativa.


“Hoje, as boas práticas ambientais, sociais e de governança são essenciais para a análise de riscos financeiros e institucionais. Mais do que nunca, empresas de todos os tamanhos precisam estar atentas às exigências do mercado e às expectativas da sociedade. Isso vale para gestores de instituições financeiras, cooperativas, negócios B2B ou B2C. A sustentabilidade deixou de ser uma escolha e passou a ser um compromisso com o futuro.”


Essas práticas de ESG, ao lado de uma gestão transparente e responsável, são fundamentais para garantir que as cooperativas não só atendam às necessidades financeiras de seus associados, mas também contribuam para um desenvolvimento social mais inclusivo e sustentável.


3. Tecnologia e transformação digital


Hoje, 76% das interações entre cooperados e suas instituições ocorrem por canais digitais, e quase metade (49%) acontece via smartphone.


“A tecnologia tornou os processos mais transparentes e reduziu os custos de gestão, proporcionando mais eficiência para os usuários”, destaca Marcelo Rodrigues de Lima, Diretor-Executivo da Unicred Centro Sul. Soluções como Open Banking, inteligência artificial e blockchain já fazem parte do dia a dia das cooperativas, garantindo mais segurança e praticidade.


Para Caio Lauth Gualberto, a tecnologia na previdência cooperativa funciona como um “personal trainer financeiro”, ajudando o cooperado a manter o planejamento em dia e a alcançar seus objetivos.


O Papel da Previdência Cooperativa na Nova Economia


A previdência cooperativa vem ganhando força como uma opção segura e flexível para quem busca um futuro financeiro mais estável. O crescimento do setor acompanha tendências globais e é impulsionado por fatores como o aumento da expectativa de vida, avanços tecnológicos e maior conscientização sobre planejamento financeiro.


Para atender às novas demandas, as cooperativas seguem inovando e ampliando suas ofertas, garantindo que cada vez mais pessoas tenham acesso a um planejamento financeiro sólido e eficiente para o futuro. 


Esse movimento se intensifica diante das incertezas sobre a previdência pública e a necessidade de um planejamento mais estruturado. Caio Lauth Gualberto afirma que o cenário reforça a importância da previdência privada instituída, que não tem fins lucrativos. “As pessoas têm buscado mais conhecimento e percebido as vantagens desse modelo, que oferece segurança, flexibilidade e benefícios atrativos”, diz.


Esse cenário promissor também se reflete no mercado de previdência complementar. No Brasil, os investimentos das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) somaram R$ 1,2 trilhão até setembro de 2024, segundo o Relatório Gerencial de Previdência Complementar (RGPC). O número reforça o interesse crescente em soluções que garantam segurança financeira para a aposentadoria e outros momentos da vida.


O que sua cooperativa pode fazer agora?


Diante desse cenário de crescimento e inovação, os dirigentes de cooperativas têm a oportunidade de ampliar a oferta de previdência cooperativa para seus associados. Avaliar a inclusão dessa solução no portfólio da sua instituição pode representar um diferencial competitivo e uma resposta estratégica às demandas do mercado.


Se você deseja entender melhor como a previdência cooperativa pode fortalecer sua cooperativa e proporcionar mais segurança financeira aos seus cooperados, entre em contato com especialistas da área e explore as possibilidades desse modelo. O futuro do cooperativismo passa pela inovação e pelo compromisso com o bem-estar financeiro de seus membros.


Os diferenciais da Previdência Cooperativa:


Para os Cooperados:


Taxas menores, rendas maiores – Mais eficiência, mais dinheiro no bolso no longo prazo.

Preservação do saldo – Rentabilidade sustentável, garantindo um futuro financeiramente sólido.

Planejamento completo – Solução previdenciária alinhada às necessidades individuais.

Eficiência tributária – Benefícios fiscais para maximizar os ganhos e reduzir custos.

Flexibilidade – Ajustes de aportes e resgates de acordo com cada fase da vida.

Transparência e autonomia – Controle total sobre o patrimônio, sem surpresas.


Para as Cooperativas:


Diferencial estratégico – Uma oferta que nenhum banco pode replicar, fortalecendo a competitividade.

Educação financeira – Construção de conhecimento e engajamento dos cooperados.

Ampliação da missão cooperativista – Promovemos segurança financeira e bem-estar a longo prazo.

Receitas e comissões – Geração de valor sustentável para a cooperativa e seus associados.


Saiba mais em: www.quantaprevidencia.com.br

19 de agosto de 2026
Quando falamos de Previdência Instituída, falamos de uma das grandes inovações do sistema de previdência complementar fechado no Brasil. Ela permite levar previdência para públicos que, muitas vezes, não estão nos planos patrocinados tradicionais: profissionais liberais, empresários, associados, cooperados, colaboradores, famílias e comunidades organizadas. É uma resposta moderna para um desafio antigo: ampliar o acesso à proteção financeira de longo prazo. Mas há uma provocação importante: a Previdência Instituída não escala apenas porque é uma boa ideia . Ela escala quando essa boa ideia se transforma em uma operação viva, digital, eficiente, conectada e centrada no participante. E é aqui que entra a tecnologia. Não falo de tecnologia apenas como sistema administrativo, aplicativo, portal ou CRM. Tudo isso é importante, claro. Mas é só uma parte da história. Na Previdência Instituída, tecnologia precisa ser entendida como modelo de gestão . É processo digitalizado, dado bem tratado, automação de rotinas, inteligência artificial aplicada, integração com canais dos instituidores ou distribuidores. É também jornada do participante com oportunidades de autosserviço, atendimento em escala. E por fim, é especialmente letramento digital dos times. Na Quanta, aprendemos isso na prática. Nascemos e seguimos operando como uma EFPC: sem fins lucrativos, regulada pela PREVIC, com governança, conselhos, comitês, transparência e compromisso de longo prazo. Mas, ao longo da nossa trajetória, desenvolvemos capacidades que raramente coexistem em uma entidade tradicional. Hoje, operamos com cerca de 250 mil participantes , aproximadamente R$ 8,7 bilhões sob gestão , mais de 50 cooperativas conectadas , presença multissistema, cerca de 15 distribuidores , mais de 60 contratos de aporte de empregador, aproximadamente R$ 150 milhões por mês em cobrança processada e cerca de 20 mil atendimentos mensais . Esses números mostram algo simples: quando a Previdência Instituída ganha escala, ela deixa de ser uma operação artesanal. Passa a exigir arquitetura operacional, processos, dados, automação, canais, governança e cultura digital. A nossa tese está ancorada em três pilares: escala, experiência e eficiência . Escala, porque a Previdência Instituída precisa chegar a públicos pulverizados, em diferentes regiões, canais e níveis de maturidade financeira. O desafio não é apenas vender um plano. É transformar potencial em acesso, adesão e permanência. Isso exige padronizar jornadas, apoiar canais, automatizar adesão, processar cobranças, acompanhar portabilidades, medir conversão, segmentar públicos e sustentar milhares de interações. Experiência , porque previdência ainda parece, para muita gente, algo distante, técnico e “para depois”. Mas a vida financeira não espera a aposentadoria para acontecer. Ela acontece quando a pessoa casa, tem filhos, troca de carreira, empreende, cuida dos pais, planeja sucessão, enfrenta uma doença, perde renda ou decide viver mais livre. Por isso, a tecnologia precisa aproximar a previdência da vida real. A jornada começa com diagnóstico de objetivos e passa por recomendação, contribuição, proteção, revisão, portabilidade, educação financeira, perfis de investimento e opções de renda. É a mudança da lógica do “compre um plano” para “vamos organizar sua vida financeira, sua proteção e sua liberdade futura” . Eficiência, porque em uma EFPC eficiência não é apenas uma agenda administrativa. É uma agenda previdenciária. Quanto menor o custo e mais inteligente a operação, maior o valor líquido que pode permanecer com o participante. Na Quanta, nosso custo per capita é de aproximadamente R$ 252 , enquanto a média setorial indicada nos nossos estudos gira em torno de R$ 1.200 . Nossa taxa é próxima de 0,25% ao ano , enquanto produtos do mercado aberto podem chegar a patamares próximos de 1,50% ao ano . Em previdência, diferença de custo não é detalhe. No longo prazo, custo vira patrimônio — ou vira perda de oportunidade. Outro ponto importante: tecnologia também nos ajuda a enxergar o que ainda não capturamos. Muitas vezes, a maior oportunidade não está em buscar um mercado completamente novo, mas em ativar melhor a base que já confia na instituição. Nos nossos estudos, identificamos cerca de R$ 7,2 bilhões em potencial de portabilidade , aproximadamente R$ 686 milhões em potencial de proteção familiar e apenas 3% do potencial tributário capturado . Isso mostra que ainda há espaço relevante para revisão de contribuições, ampliação de proteção familiar, uso estratégico do benefício fiscal, adesão automática, ativação de famílias e jornadas para crianças e dependentes. Mas nada disso se captura com campanha genérica. Exige dado, segmentação, inteligência, automação, comunicação personalizada, integração com canais e acompanhamento contínuo. Olhando para frente, vejo dois caminhos. O primeiro é usar tecnologia para digitalizar o modelo atual: trocar papel por tela, atendimento físico por portal, campanha por disparo digital. Isso melhora. Mas não transforma. O segundo é redesenhar a previdência a partir da jornada do participante. Integrar previdência, proteção, educação financeira, longevidade, dados, IA, automação, canais e relacionamento. Esse é o caminho que transforma a proposta de valor. A Previdência Instituída tem uma oportunidade enorme no Brasil. Ela amplia acesso, conecta comunidades, entrega governança, regulação, custo eficiente e visão de longo prazo. Mas só cumpre todo o seu potencial quando opera com escala, experiência e eficiência. A Previdência Instituída é uma inovação do sistema. Mas ela só escala quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser modelo de gestão. — Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência | 25 anos em Previdência Complementar, Presidente do Lide Mulher e Diretora da Uniabrapp
Por Vanessa B 17 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa que as alterações do Regulamento do Plano Precaver foram aprovadas pela PREVIC , por meio da Portaria PREVIC nº 550, de 20 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2026 . A aprovação conclui o processo de alteração regulamentar anteriormente comunicado aos participantes e contempla os ajustes realizados no Regulamento do Plano Precaver. Com a conclusão dessa etapa, ficam formalizadas as alterações regulamentares aprovadas pelo órgão regulador. Para conhecimento e consulta, o Regulamento do Plano Precaver aprovado pela PREVIC está disponível em anexo a este comunicado . A Quanta Previdência reforça seu compromisso com a transparência, a segurança e a conformidade regulatória , mantendo os participantes informados sobre as atualizações relevantes do Plano. Confira o Regulamento aprovado.
Por Vanessa B 12 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa aos seus participantes e assistidos que a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou as alterações propostas ao Estatuto Social da Entidade, por meio da Portaria PREVIC/DILIC nº 557, de 21 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 27 de julho de 2026 . As alterações têm como objetivo fortalecer a estrutura de governança da Quanta Previdência, por meio da ampliação da composição da Diretoria Executiva, que passa a ser formada por três membros: Diretor Executivo, Diretor de Tecnologia e Operações e Diretor de Negócios e Mercado. A criação da nova diretoria reforça a estratégia de crescimento sustentável da Entidade, fortalece o relacionamento com instituidores e parceiros e amplia a capacidade de desenvolvimento de novos negócios, sempre observando as disposições legais, regulamentares e estatutárias. As alterações estatutárias não promovem qualquer alteração nas regras dos planos de benefícios , não impactam direitos, obrigações ou benefícios dos participantes e assistidos, nem modificam a administração dos recursos dos planos. O Estatuto Social atualizado encontra-se disponível para consulta na íntegra , integrando a documentação oficial da Entidade. Esta comunicação é realizada em atendimento à regulamentação aplicável às entidades fechadas de previdência complementar, tendo por objetivo dar ciência da aprovação das alterações estatutárias e da disponibilização do Estatuto Social atualizado. Caso necessite de quaisquer esclarecimentos ou tenha dúvidas, estamos à disposição por meio de nossos canais de atendimento.