Como investimentos no exterior fortalecem seu plano de previdência em tempos de alta volatilidade

Quanta Previdência • 6 de novembro de 2024
Acompanhe como as mudanças no exterior e o aumento do dólar pode ser aproveitada na sua previdência

Hoje, o mercado financeiro está super aquecido: o dólar registrou uma alta significativa, influenciado pelo cenário das eleições americanas, nas quais Donald Trump foi eleito novamente. Esse evento gerou uma movimentação considerável nas bolsas internacionais e um efeito direto no câmbio, favorecendo investimentos expostos ao mercado externo.

Nos planos de benefícios administrados pela Quanta Previdência, especificamente nos perfis de investimento Moderado e Arrojado, os participantes podem contar com investimentos no exterior que tem mostrado um excelente desempenho. Até ontem, esse fundo acumulava um retorno de cerca de 30% no ano , antes mesmo do impacto das eleições. Com o avanço das bolsas no exterior e a forte alta do dólar, o desempenho desse fundo deve ser ainda mais expressivo, considerando que ele é dolarizado.

A presença desse fundo internacional em nossos planos contribui para fortalecer os investimentos dos participantes, adicionando uma camada de proteção e diversificação essencial, especialmente em momentos de alta volatilidade como o atual. Mesmo em um cenário local desafiador, a exposição ao dólar e aos mercados globais ajuda a compensar riscos internos, mantendo o equilíbrio e a resiliência dos planos.

É importante destacar que a legislação para Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) permite que até 10% dos investimentos sejam alocados em ativos estrangeiros . A Quanta Previdência aproveita quase que na totalidade esse limite permitido para trazer diversificação e maior resiliência aos investimentos dos participantes, especialmente em momentos de grande volatilidade interna e valorização da moeda estrangeira.

Essa alocação internacional estratégica é essencial para proteger e valorizar os investimentos dos participantes, contribuindo para a redução de riscos locais e permitindo que o fundo capture oportunidades de crescimento global. Em períodos como o atual, com o dólar em patamar elevado, os fundos dolarizados tendem a performar bem, reforçando a importância de uma gestão diversificada e estruturada.

A Quanta reafirma seu compromisso em buscar as melhores oportunidades para seus participantes, protegendo e potencializando o patrimônio de cada um. A valorização do dólar e o cenário das eleições nos Estados Unidos ressaltam a importância de uma alocação global, que fortalece o desempenho dos perfis Moderado e Arrojado, com potencial de crescimento no longo prazo.

Acompanhe a performance dos planos e aporte com tranquilidade

A Quanta Previdência disponibiliza ferramentas e recursos para que seus participantes acompanhem a evolução dos investimentos e sintam-se seguros quanto à solidez da estratégia adotada. No app da Quanta, é possível verificar a performance dos planos e explorar opções de aporte, maximizando a estratégia de investimento e aproveitando as vantagens fiscais.

O atual cenário e os recentes acontecimentos, são eventos que demonstram o valor de uma gestão previdenciária moderna e conectada aos movimentos globais. A Quanta Previdência mantém o foco no longo prazo, assegurando que os participantes estejam bem posicionados para aproveitar os momentos favoráveis do mercado e enfrentar cenários de alta volatilidade com maior segurança.

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Quando falamos de Previdência Instituída, falamos de uma das grandes inovações do sistema de previdência complementar fechado no Brasil. Ela permite levar previdência para públicos que, muitas vezes, não estão nos planos patrocinados tradicionais: profissionais liberais, empresários, associados, cooperados, colaboradores, famílias e comunidades organizadas. É uma resposta moderna para um desafio antigo: ampliar o acesso à proteção financeira de longo prazo. Mas há uma provocação importante: a Previdência Instituída não escala apenas porque é uma boa ideia . Ela escala quando essa boa ideia se transforma em uma operação viva, digital, eficiente, conectada e centrada no participante. E é aqui que entra a tecnologia. Não falo de tecnologia apenas como sistema administrativo, aplicativo, portal ou CRM. Tudo isso é importante, claro. Mas é só uma parte da história. Na Previdência Instituída, tecnologia precisa ser entendida como modelo de gestão . É processo digitalizado, dado bem tratado, automação de rotinas, inteligência artificial aplicada, integração com canais dos instituidores ou distribuidores. É também jornada do participante com oportunidades de autosserviço, atendimento em escala. E por fim, é especialmente letramento digital dos times. Na Quanta, aprendemos isso na prática. Nascemos e seguimos operando como uma EFPC: sem fins lucrativos, regulada pela PREVIC, com governança, conselhos, comitês, transparência e compromisso de longo prazo. Mas, ao longo da nossa trajetória, desenvolvemos capacidades que raramente coexistem em uma entidade tradicional. Hoje, operamos com cerca de 250 mil participantes , aproximadamente R$ 8,7 bilhões sob gestão , mais de 50 cooperativas conectadas , presença multissistema, cerca de 15 distribuidores , mais de 60 contratos de aporte de empregador, aproximadamente R$ 150 milhões por mês em cobrança processada e cerca de 20 mil atendimentos mensais . Esses números mostram algo simples: quando a Previdência Instituída ganha escala, ela deixa de ser uma operação artesanal. Passa a exigir arquitetura operacional, processos, dados, automação, canais, governança e cultura digital. A nossa tese está ancorada em três pilares: escala, experiência e eficiência . Escala, porque a Previdência Instituída precisa chegar a públicos pulverizados, em diferentes regiões, canais e níveis de maturidade financeira. O desafio não é apenas vender um plano. É transformar potencial em acesso, adesão e permanência. Isso exige padronizar jornadas, apoiar canais, automatizar adesão, processar cobranças, acompanhar portabilidades, medir conversão, segmentar públicos e sustentar milhares de interações. Experiência , porque previdência ainda parece, para muita gente, algo distante, técnico e “para depois”. Mas a vida financeira não espera a aposentadoria para acontecer. Ela acontece quando a pessoa casa, tem filhos, troca de carreira, empreende, cuida dos pais, planeja sucessão, enfrenta uma doença, perde renda ou decide viver mais livre. Por isso, a tecnologia precisa aproximar a previdência da vida real. A jornada começa com diagnóstico de objetivos e passa por recomendação, contribuição, proteção, revisão, portabilidade, educação financeira, perfis de investimento e opções de renda. É a mudança da lógica do “compre um plano” para “vamos organizar sua vida financeira, sua proteção e sua liberdade futura” . Eficiência, porque em uma EFPC eficiência não é apenas uma agenda administrativa. É uma agenda previdenciária. Quanto menor o custo e mais inteligente a operação, maior o valor líquido que pode permanecer com o participante. Na Quanta, nosso custo per capita é de aproximadamente R$ 252 , enquanto a média setorial indicada nos nossos estudos gira em torno de R$ 1.200 . Nossa taxa é próxima de 0,25% ao ano , enquanto produtos do mercado aberto podem chegar a patamares próximos de 1,50% ao ano . Em previdência, diferença de custo não é detalhe. No longo prazo, custo vira patrimônio — ou vira perda de oportunidade. Outro ponto importante: tecnologia também nos ajuda a enxergar o que ainda não capturamos. Muitas vezes, a maior oportunidade não está em buscar um mercado completamente novo, mas em ativar melhor a base que já confia na instituição. Nos nossos estudos, identificamos cerca de R$ 7,2 bilhões em potencial de portabilidade , aproximadamente R$ 686 milhões em potencial de proteção familiar e apenas 3% do potencial tributário capturado . Isso mostra que ainda há espaço relevante para revisão de contribuições, ampliação de proteção familiar, uso estratégico do benefício fiscal, adesão automática, ativação de famílias e jornadas para crianças e dependentes. Mas nada disso se captura com campanha genérica. Exige dado, segmentação, inteligência, automação, comunicação personalizada, integração com canais e acompanhamento contínuo. Olhando para frente, vejo dois caminhos. O primeiro é usar tecnologia para digitalizar o modelo atual: trocar papel por tela, atendimento físico por portal, campanha por disparo digital. Isso melhora. Mas não transforma. O segundo é redesenhar a previdência a partir da jornada do participante. Integrar previdência, proteção, educação financeira, longevidade, dados, IA, automação, canais e relacionamento. Esse é o caminho que transforma a proposta de valor. A Previdência Instituída tem uma oportunidade enorme no Brasil. Ela amplia acesso, conecta comunidades, entrega governança, regulação, custo eficiente e visão de longo prazo. Mas só cumpre todo o seu potencial quando opera com escala, experiência e eficiência. A Previdência Instituída é uma inovação do sistema. Mas ela só escala quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser modelo de gestão. — Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência | 25 anos em Previdência Complementar, Presidente do Lide Mulher e Diretora da Uniabrapp
Por Vanessa B 17 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa que as alterações do Regulamento do Plano Precaver foram aprovadas pela PREVIC , por meio da Portaria PREVIC nº 550, de 20 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2026 . A aprovação conclui o processo de alteração regulamentar anteriormente comunicado aos participantes e contempla os ajustes realizados no Regulamento do Plano Precaver. Com a conclusão dessa etapa, ficam formalizadas as alterações regulamentares aprovadas pelo órgão regulador. Para conhecimento e consulta, o Regulamento do Plano Precaver aprovado pela PREVIC está disponível em anexo a este comunicado . A Quanta Previdência reforça seu compromisso com a transparência, a segurança e a conformidade regulatória , mantendo os participantes informados sobre as atualizações relevantes do Plano. Confira o Regulamento aprovado.