Como as empresas podem atrair e reter talentos no novo mercado de trabalho

Quanta Previdência • 19 de setembro de 2024
Young adult coworkers on coffee break

O futuro do trabalho já é uma realidade que exige das empresas muito mais do que apenas bons salários. Com a evolução do mercado e as mudanças trazidas pela pandemia, os colaboradores buscam algo que vá além: propósito, benefícios alinhados aos seus valores pessoais e uma relação de trabalho que os motive e engaje verdadeiramente. Neste cenário, a retenção de talentos se torna um dos maiores desafios para as organizações.

O novo perfil do colaborador

A busca por propósito e a valorização de aspectos como qualidade de vida, equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, e o alinhamento com os valores da empresa estão no topo das prioridades dos profissionais. Segundo uma pesquisa publicada no Guia Nacional de Benefícios Corporativos de 2023, 43,7% dos colaboradores estariam dispostos a trocar de emprego se a nova vaga oferecesse um pacote de benefícios superior, mesmo que o salário fosse equivalente. Isso demonstra que, além da remuneração, os benefícios se tornaram fundamentais para atrair e reter talentos.

Benefícios que fazem a diferença na retenção de talentos

Manter talentos engajados e produtivos é essencial para o sucesso de qualquer empresa. Aqui estão alguns benefícios e estratégias que podem fazer a diferença: 

  • Atraia e selecione as pessoas certas: Um recrutamento eficaz, que prioriza o alinhamento cultural, aumenta as chances de retenção dos colaboradores. 
  • Comunicação clara e objetiva: A transparência entre todos os níveis hierárquicos cria um ambiente de confiança e evita mal-entendidos. 
  • Valorização do funcionário: Recompensas personalizadas, como bônus financeiros, folgas e outros benefícios, mostram o valor que a empresa dá a cada colaborador. 
  • Plano de carreira e remuneração: Ofereça uma visão clara de crescimento profissional e benefícios adicionais, como plano de saúde familiar e auxílio-creche. 
  • Programas voltados ao bem-estar: Atividades coletivas que combinam exercício físico, integração e diversão ajudam a criar um ambiente integrado e produtivo. 
  • Treinamento e desenvolvimento: Investir em programas de treinamento, workshops e mentorias demonstra compromisso com o crescimento profissional dos colaboradores. 
  • Desenvolvimento de lideranças: Líderes eficazes impactam diretamente a satisfação dos colaboradores, tornando o desenvolvimento de lideranças crucial para a retenção. 
  • Equilíbrio entre vida profissional e pessoal: Flexibilidade de horários e autonomia são essenciais para que os colaboradores consigam equilibrar suas vidas pessoais e profissionais de maneira saudável. 

Indo além dos benefícios tradicionais

Para se destacar na atração e retenção de talentos, as empresas precisam oferecer benefícios que realmente se conectem com os colaboradores em um nível mais profundo. Além dos tradicionais, como vale-alimentação e plano de saúde, é fundamental proporcionar recursos que promovam o bem-estar financeiro e a segurança a longo prazo. 

A Quanta Previdência exemplifica essa abordagem com estratégias inovadoras. Uma delas é o COOPREV, uma solução de previdência cooperativa altamente vantajosa tanto para empresas quanto para colaboradores. Para empresas, o plano se destaca pela dedução fiscal no modelo Lucro Real e pela capacidade de atrair e reter talentos, com uma implantação digital simples e sem custos. Para colaboradores, o plano possui uma das menores taxas do mercado (0,48%) e possibilidade de estender o plano para familiares até 3º grau, rentabilidades competitivas, e a possibilidade de contribuição do empregador, proporcionando segurança financeira tanto para o funcionário quanto para sua família, com vantagens como a dedução fiscal.

Além disso, pensando na educação financeira, a Quanta possui a ACQUA, Academia Quanta de Educação Previdenciária que oferece educação financeira gratuita, preparando os colaboradores para tomarem decisões mais acertadas sobre seu futuro financeiro. 

Esses produtos não só agregam valor ao pacote de benefícios, mas também demonstram um compromisso genuíno com o futuro e o desenvolvimento pessoal dos colaboradores.

O futuro do trabalho está intimamente ligado à capacidade das empresas de inovar e oferecer benefícios que realmente façam a diferença na vida dos colaboradores. É preciso ir além, proporcionando condições que alinhem os interesses pessoais dos talentos aos objetivos da organização. 

Com nossas soluções inovadoras, demonstramos que investir no bem-estar e no futuro financeiro dos colaboradores é uma estratégia poderosa para atrair e reter os melhores talentos.

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Quando falamos de Previdência Instituída, falamos de uma das grandes inovações do sistema de previdência complementar fechado no Brasil. Ela permite levar previdência para públicos que, muitas vezes, não estão nos planos patrocinados tradicionais: profissionais liberais, empresários, associados, cooperados, colaboradores, famílias e comunidades organizadas. É uma resposta moderna para um desafio antigo: ampliar o acesso à proteção financeira de longo prazo. Mas há uma provocação importante: a Previdência Instituída não escala apenas porque é uma boa ideia . Ela escala quando essa boa ideia se transforma em uma operação viva, digital, eficiente, conectada e centrada no participante. E é aqui que entra a tecnologia. Não falo de tecnologia apenas como sistema administrativo, aplicativo, portal ou CRM. Tudo isso é importante, claro. Mas é só uma parte da história. Na Previdência Instituída, tecnologia precisa ser entendida como modelo de gestão . É processo digitalizado, dado bem tratado, automação de rotinas, inteligência artificial aplicada, integração com canais dos instituidores ou distribuidores. É também jornada do participante com oportunidades de autosserviço, atendimento em escala. E por fim, é especialmente letramento digital dos times. Na Quanta, aprendemos isso na prática. Nascemos e seguimos operando como uma EFPC: sem fins lucrativos, regulada pela PREVIC, com governança, conselhos, comitês, transparência e compromisso de longo prazo. Mas, ao longo da nossa trajetória, desenvolvemos capacidades que raramente coexistem em uma entidade tradicional. Hoje, operamos com cerca de 250 mil participantes , aproximadamente R$ 8,7 bilhões sob gestão , mais de 50 cooperativas conectadas , presença multissistema, cerca de 15 distribuidores , mais de 60 contratos de aporte de empregador, aproximadamente R$ 150 milhões por mês em cobrança processada e cerca de 20 mil atendimentos mensais . Esses números mostram algo simples: quando a Previdência Instituída ganha escala, ela deixa de ser uma operação artesanal. Passa a exigir arquitetura operacional, processos, dados, automação, canais, governança e cultura digital. A nossa tese está ancorada em três pilares: escala, experiência e eficiência . Escala, porque a Previdência Instituída precisa chegar a públicos pulverizados, em diferentes regiões, canais e níveis de maturidade financeira. O desafio não é apenas vender um plano. É transformar potencial em acesso, adesão e permanência. Isso exige padronizar jornadas, apoiar canais, automatizar adesão, processar cobranças, acompanhar portabilidades, medir conversão, segmentar públicos e sustentar milhares de interações. Experiência , porque previdência ainda parece, para muita gente, algo distante, técnico e “para depois”. Mas a vida financeira não espera a aposentadoria para acontecer. Ela acontece quando a pessoa casa, tem filhos, troca de carreira, empreende, cuida dos pais, planeja sucessão, enfrenta uma doença, perde renda ou decide viver mais livre. Por isso, a tecnologia precisa aproximar a previdência da vida real. A jornada começa com diagnóstico de objetivos e passa por recomendação, contribuição, proteção, revisão, portabilidade, educação financeira, perfis de investimento e opções de renda. É a mudança da lógica do “compre um plano” para “vamos organizar sua vida financeira, sua proteção e sua liberdade futura” . Eficiência, porque em uma EFPC eficiência não é apenas uma agenda administrativa. É uma agenda previdenciária. Quanto menor o custo e mais inteligente a operação, maior o valor líquido que pode permanecer com o participante. Na Quanta, nosso custo per capita é de aproximadamente R$ 252 , enquanto a média setorial indicada nos nossos estudos gira em torno de R$ 1.200 . Nossa taxa é próxima de 0,25% ao ano , enquanto produtos do mercado aberto podem chegar a patamares próximos de 1,50% ao ano . Em previdência, diferença de custo não é detalhe. No longo prazo, custo vira patrimônio — ou vira perda de oportunidade. Outro ponto importante: tecnologia também nos ajuda a enxergar o que ainda não capturamos. Muitas vezes, a maior oportunidade não está em buscar um mercado completamente novo, mas em ativar melhor a base que já confia na instituição. Nos nossos estudos, identificamos cerca de R$ 7,2 bilhões em potencial de portabilidade , aproximadamente R$ 686 milhões em potencial de proteção familiar e apenas 3% do potencial tributário capturado . Isso mostra que ainda há espaço relevante para revisão de contribuições, ampliação de proteção familiar, uso estratégico do benefício fiscal, adesão automática, ativação de famílias e jornadas para crianças e dependentes. Mas nada disso se captura com campanha genérica. Exige dado, segmentação, inteligência, automação, comunicação personalizada, integração com canais e acompanhamento contínuo. Olhando para frente, vejo dois caminhos. O primeiro é usar tecnologia para digitalizar o modelo atual: trocar papel por tela, atendimento físico por portal, campanha por disparo digital. Isso melhora. Mas não transforma. O segundo é redesenhar a previdência a partir da jornada do participante. Integrar previdência, proteção, educação financeira, longevidade, dados, IA, automação, canais e relacionamento. Esse é o caminho que transforma a proposta de valor. A Previdência Instituída tem uma oportunidade enorme no Brasil. Ela amplia acesso, conecta comunidades, entrega governança, regulação, custo eficiente e visão de longo prazo. Mas só cumpre todo o seu potencial quando opera com escala, experiência e eficiência. A Previdência Instituída é uma inovação do sistema. Mas ela só escala quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser modelo de gestão. — Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência | 25 anos em Previdência Complementar, Presidente do Lide Mulher e Diretora da Uniabrapp
Por Vanessa B 17 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa que as alterações do Regulamento do Plano Precaver foram aprovadas pela PREVIC , por meio da Portaria PREVIC nº 550, de 20 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2026 . A aprovação conclui o processo de alteração regulamentar anteriormente comunicado aos participantes e contempla os ajustes realizados no Regulamento do Plano Precaver. Com a conclusão dessa etapa, ficam formalizadas as alterações regulamentares aprovadas pelo órgão regulador. Para conhecimento e consulta, o Regulamento do Plano Precaver aprovado pela PREVIC está disponível em anexo a este comunicado . A Quanta Previdência reforça seu compromisso com a transparência, a segurança e a conformidade regulatória , mantendo os participantes informados sobre as atualizações relevantes do Plano. Confira o Regulamento aprovado.